1 - Hilariano Nogueira de Azevedo
 2 - Barnabé José Soares
 3 - Marcos Ribeiro
 4 - Virgílio Casemiro da Rocha
 5 - Padre Antonio Carmelo
 6 - Felisberto Antonio de Oliveira
 7 - João Egídio Pinto
 8 - Jehovah Ferreira Dias
 9 - José Leonel Ferreira
 10 - João Carlos Nogueira Ribeiro
 11 - João Batista Bertoni
 12 - João Carlos Nogueira Ribeiro
 13 - Jehovah Ferreira Dias
 14 - José Bertoni
 15 - Raul Ribeiro
 16 - Emílio Del Cístia
 17 - José Deocleciano Ribeiro
 18 - Estanislau Alves da Silva
 19 - Antonio Vieira Rocha
 20 - Estanislau Alves da Silva
 21 - Marcos Ribeiro
 22 - Orlando Teixeira Neto
 23 - José Deocleciano Ribeiro
 24 - Felisberto Antonio de Oliveira
 25 - Orlando Teixeira Neto
 26 - Marcos Ribeiro
 27 - Antonio Corrêa Custódio
 28 - Mesias de Góes Vieira
 29 - Marcos Ribeiro
 30 - Antonio Vieira Rocha
 31 - Ariovaldo Caselli de Carvalho
 32 - Ariovaldo Caselli de Carvalho
 33 - Carlos Gundmaro de Souza Meirelles
 34 - José Emílio Del Cístia
 35 - Emílio Del Cístia
 36 - Ariovaldo Caselli de Carvalho
 37 - Sebastião de Carvalho Andrade
 38 - Lauro Bertoni
 39 - João Batista de Oliveira
 40 - Hipólito de Almeida Mello
 41 - Nicolau Vergueiro Júnior
 42 - Mário Monteiro de França
 43 - Victório Bertoni
 44 - Mário Monteiro de França
 45 - João Gobbo Sobrinho
 46 - Leônidas Del Cístia
 47 - Samuel Cipriano de Oliveira
 48 - Benedito Garcia Ribeiro
 49 - Antonio Vieira Sobrinho
 50 - Benedito Garcia Ribeiro
 51 - Antonio Vieira Sobrinho
 52 - Antonio Jurandi Dognani
 53 - Benedito Garcia Ribeiro
 54 - José Manesco
 55 - Antonio Jurandi Dognani
 56 - José da Costa
 57 - José da Costa
 58 - Paulo Amamura
 59 - Hamilton Cesar Bortotti
 60 - Hamilton Cesar Bortotti
45 - João Gobbo Sobrinho
De 01/01/1952 a 31/12/1955



Nasceu em Taguaí no dia 07.10.1905 o filho de José Gobbo e Luiza Carniato Gobbo, migrantes italianos. Com apenas 05 anos perdeu tragicamente seu pai e aos 17 anos ficou órfão de mãe. Iniciou seus estudos no Grupo Escolar de Fartura, atualmente "Cel. Marcos Ribeiro", transferindo-se posteriormente para o Colégio Diocesano de Botucatu onde cursou até a 6ª série. Residiu em Piraju durante 08 anos, casando-se Virgínia Seckler Gobbo, filha de imigrantes suíços e alemães, tiveram 15 filhos, todos vivos e a maioria residentes em Taguaí. Em 1935 mudou-se para Taquarituba, trabalhando no comércio. Retorna a Taguaí em 1936, formando uma sociedade com seus irmãos Angelo Gobbo e Salvador Gobbo. Prosperaram através de armazém, loja de tecidos, bar, sorveteria, construção de casas pré-fabricadas, máquina de beneficiar arroz e café, fábrica de farinha de milho e imóveis rural e urbano. Sempre dividiu sua vida pela família e seu distrito (Taguaí), elegendo-se vereador por Fartura em 1948. Sua batalha em prol das causas públicas foi tão relevante que em 1.950 se viu rodeado de todas as facções políticas de Fartura, exigindo sua candidatura como o único candidato às eleições daquele ano. Governou Fartura durante 04 anos viajando diariamente do Distrito ao Município e pessoalmente acompanhou todas as obras que fez na cidade, em destaque o serviço de Água e Esgoto, Santa Casa de Fartura, Paço Municipal (que hoje leva seu nome) Jardim Público, Terraplanagem na estrada que liga Taguaí a Carlópolis (PR) e a construção da ponte sobre o Rio Verde, considerada na época uma obra arrojada. Deu ênfase à Educação e Saúde, assistindo o povo humilde da Zona Rural. De 1.956 a 1.959 foi vereador e presidente da Câmara Municipal de Fartura, lutando ainda, não só em prol do Município, mas também do Distrito de Taguaí. Militando na política de Fartura e Taguaí por quase doze anos, como um verdadeiro líder político, mas o seu sonho sempre foi o desmembramento do Distrito de Taguaí do Município de Fartura. Sobre isso sempre dizia: "luto por um desmembramento territorial e com a mesma força lutarei para que o laço de união entre Fartura e Taguaí sempre perdure e que ele seja sempre estreitado". A luta era tão grande, os esforços eram tantos que "Joanyn", esquecia seus problemas cardíacos e passava noites e noites colecionando dados e efetuando levantamentos, viajando para São Paulo semanalmente, tratando, com seus próprios recursos e de alguns amigos, da emancipação política de Taguaí. Justiça sendo feita, o Executivo e o Legislativo de Fartura, disseram SIM às suas reivindicações. No Plebiscito, o povo também disse SIM. João Gobbo Sobrinho levou para Taguaí a C.I.A. Luz e Força Santa Cruz. Em 18/02/1.959 a Lei Estadual nº 5285/ 59, elevou o Distrito de Taguaí a categoria de Município. Em 1º de janeiro de 1.960 foi instalado o recém criado município, sendo João Gobbo Sobrinho eleito, por unanimidade, seu 1º prefeito, adquirindo uma motoniveladora no 2º ano de mandato A sua meta prioritária sempre foi a do setor de Educação e Cultura, instalando diversas escolas rurais no município. Na legislatura seguinte, foi vereador, desta vez, lutando por seu último sonho "A CRIAÇÃO DO GINÁSIO ESTADUAL DE TAGUAÍ", hoje EEPSG "JOÃO GOBBO SOBRINHO". Legislou até 31 de janeiro de 1.972, afastando-se definitivamente da política. Em 06.02.1974, seu imenso coração não resistiu vindo a falecer.
   
 
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