Na terça-feira, 16 de junho, ocorreu a reunião da Comissão de Intergestores Municipais - CIR pela primeira vez em Fartura, na qual são tratados assuntos da saúde da região do Vale do Jurumirim e Avaré, englobando 17 municípios.
A reunião contou com a presença de duas articuladoras do Departamento Regional de Saúde (DRS) de Bauru, além de representantes da Unesp, Cosems, Sucen, Conselho Estadual de Saúde e 17 secretários municipais de saúde.
O prefeito da cidade de Fartura, Tinho Bortotti, não pode estar presente na reunião por motivo de viagem, mas foi representado pelo vice Pedro Armando da Silva.
Durante sua fala ao público presente, Pedro falou as melhorias obtidas na saúde farturense nestes 3 anos de mandato do prefeito Tinho Bortotti e destacou alguns pontos que em sua opinião devem ser melhorados em todo Estado.
“Nós entramos em janeiro de 2013 (na administração) sem ter sequer uma enfermeira na rede básica, então como disse a Antonia, uma batalhadora da saúde, nós não tínhamos como fazer um trabalho contínuo. Eu acho que a política numa cidade, num país ou num estado passa, mas o corpo técnico da saúde de uma Prefeitura deve ser constante”, disse Pedro, que ainda contou que “nós tínhamos só uma Estratégia Saúde da Família - ESF em Fartura, o ESF da Vila de Fátima, com 2 ou 3 funcionários da Prefeitura e o restante todos terceirizados da Santa Casa. Mas hoje no Posto de Saúde nós temos uma coordenadora que é enfermeira, temos enfermeiros na parte de Vigilância Epidemiológica e da Vigilância Sanitária, temos três enfermeiras no Posto de Saúde central, temos os coordenadores de ESFs que são enfermeiros e temos três ESFs na cidade com equipe da Prefeitura, uma equipe concursada. Então graças a Deus nesses três anos o prefeito investiu bastante em saúde e na equipe técnica, que é o que nós acreditamos, que nós temos que ter a base. Não adianta a gente pagar 1000 consultas por mês sendo que não tem aquela enfermeira que acolha o paciente, que converse com ele e o entenda, e eu acredito muito nos ESFs, que eles são a solução da saúde no nosso país, então por isso o prefeito equipou o que tinha e criou mais dois”.
Pedro ainda destacou que, pelo conhecimento que tem das dificuldades do setor, seria de maior eficiência se as cirurgias, consultas e exames fossem gerenciadas numa unidade central reguladora do DRS para melhor controle e acompanhamento da administração, tanto municipal quanto estadual, e levantamento do quão eficiente estão sendo as melhorias adotadas pelo governo para o povo e quais medidas devem ser tomadas para que a situação da saúde progrida ainda mais.